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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Aprendendo a pensar


Aprendendo a pensar

- O que você tá fazendo?
- Pensando.
- Pensando? Tá doente?
- Nossa Lu, pensar é tão importante. Bom pra mente, pro coração, para a formação da nossa personalidade. Se eu não pensar por mim, outras pessoas vão fazer isso e vão me controlar.
- Como um robô.
- É isso mesmo. Se eu não decidir o que é bom ou ruim, certo ou errado pra mim, vou acabar me influenciando pela mídia e pela opinião alheia.
- É você tem razão. Não quero ser marionete de ninguém. Como é que se começa a pensar, Di?
- É simples. Basta você relaxar e se lembrar das coisas que você tem curiosidade, medo, prazer... Uma por vez. E então pensar nelas. Você pode utilizar vários meios para tirar suas dúvidas. Mas lembre-se use os meios para ter uma base sobre o assunto. E não para copiar tudo que estiver ali. Isso não é formar suas idéias e sim copiá-las.
- Não devo ir pela cabeça dos outros, é isso?
- Sim, você deve ter a sua própria opinião. E você só a formará se pensar, refletir e pesquisar muito.
- Valeu pela dica! Vou pra casa, tenho que... pensar sobre algumas coisas.

sábado, 21 de março de 2009

Nada como uma chuvinha de verão



Chove lá fora. Estou enrolada num edredom deitada na cama ao som de Zé Ramalho. Estou com frio. Resolvi sentar e escrever. Costumo escrever quando estou sozinha.Não consegui dormir na noite passada. Resolvi pensar na vida e aí comecei a chorar. Resultado: acordei com os olhos inchados. Chorei, chorei, chorei. E aí? Resolvi alguma coisa?Mudei a minha vida? Salvei o mundo? Não, não e não. Continuo na mesma. Com essa eu aprendi que chorar, arrancar os cabelos e bater a cabeça na parede não adianta nada e que eu tenho que agir mais e me lamentar menos. Nessa mesma noite eu aprendi que eu não posso passar minha vida toda dependendo das outras pessoas pra fazer alguma coisa, pra viver. Tenho que conquistar minha independência. Não necessariamente sair de casa e começar a trabalhar e sim começar a agir por conta própria, sem ser preciso alguém mandar.Noites como essa agente pode aprender tanto. Refleti muito e já estou pondo em prática. É uma ótima sensação, aconselho.

Bjos

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Ser versus Fingir Ser

Não me preocupo com o que as pessoas pensam ou deixam de pensar de mim. Sou sempre eu. Costumo ser tachada de patricinha só porque ando com patricinhas, sou popular e (ás vezes...) uso roupa rosa. Vê se pode!!!Isso também é um preconceito nem me conhecem direito e já me enchem de rótulos e propagandas, muitas vezes enganosas!Eu não tenho um estilo único (me sinto um E.T. por isso!), não sou totalmente paty, nem emo, nem punk-rock, nem totalmente funkeira. Isso vai depender muito do meu estado de espírito, do modo de como eu estou vendo o mundo naquele momento.

Odeio aqueles grupos que são formados pela marca de roupa que você usa, se você é emo ou não ou pela quantidade de cartões de crédito que você possui. Prefiro viver sozinha do que conversando ou saindo com pessoas semnoçãodotempoouespaço (adoro escrever assim...) que ñ valorizam as mesmas coisas que eu ou que não gostam de nada que eu gosto ( péssimo, x[ ).

Você deve estar pensando ‘‘essa garota não deve ter amigos!’’Quem pensou assim está: erradíssimo²²². Tenho vários amigos. Amigos proquederevier (tá bom parei de sofrer, rs). Pessoas que gostam de mim pelo que eu sou e não pelo que eu aparento ser, pelo que eu faço e não pelo que eu finjo.

Uma dica: Seja você mesmo, sempre! Assim você vai saber quem está contigo de verdade ou não.

Camilla Angelo

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Quem sou eu?

Você, jovem, alguma vez já parou e pensou:

Quem sou eu?

Tenho procurado descobrir - me?

Quais os meus defeitos?

E as minhas virtudes?

O que eu quero da minha vida?

Pra mim o que importa na vida?

Se já pensou nisso, está convidado a continuar.

Se não, aceite a sugestão: comece a descobri-se!Não deixe para amanhã.

Luís Kirchner

É uma boa idéia pra quem quer arrumar um rumo na vida...

Camilla Angelo